domingo, 24 de fevereiro de 2008

Sinto...

...aquela dormência que deixas no meu braço quando o usas como tua almofada. E quando me viro para te abraçar e não te deixar sair da nossa cama percebo que nunca ali estiveste, ou pelo menos não naquela noite.




Acordei e restou aquela dormência na certeza de te ter numa outra noite.

1 comentário:

Anónimo disse...

Se há coisas que custam esta é uma delas, olhar para o lado e ver que a nossa mais que tudo não estar lá.